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Do Bit ao Campo Engenharia & tecnologia no agro

Do Bit ao CampoCANSAE J1939ISOBUS

Plataforma de conhecimento técnico

Onde a engenharia embarcada encontra o campo

Livro, cursos e artigos em português sobre redes CAN, SAE J1939, ISOBUS e sistemas embarcados: do bit no barramento ao diagnóstico na máquina agrícola.

O livro1ª edição · 2026

Disponível

Fundamentos de CAN, J1939 e ISOBUS

Do bit ao diagnóstico em tratores e implementos agrícolas

Capa do livro Fundamentos de CAN, J1939 e ISOBUS, de Anderson R. Costa
217 páginas · A4 · ISBN 978-65-02-40444-7

CAN 2.0 · SAE J1939 · ISO 11783

Entenda a comunicação entre tratores e implementos e aprenda a investigar falhas na rede.

Do bit dominante no par trançado à interface do implemento no terminal da cabine: um percurso progressivo e prático por CAN, SAE J1939 e ISOBUS, com diagramas próprios, exercícios comentados e estudos de caso de diagnóstico.

  • 22capítulos em 4 partes
  • 112exercícios com gabarito comentado
  • 4estudos de caso de diagnóstico
  • 66figuras e diagramas
  • 89tabelas de consulta
  • 6apêndices de referência

Amostra grátis27 de 217 páginas

Leitura

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Capa, folha de rosto, como usar o livro, sumário completo, o capítulo 1 e o capítulo 8 inteiro, sobre o identificador J1939 de 29 bits. Arraste o canto da folha ou use as setas; a lupa amplia a página.

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Sumário4 partes · 22 capítulos

Conteúdo

Quatro partes, uma única linha de raciocínio

Do barramento físico ao diagnóstico: cada parte prepara a seguinte, e nenhum conceito é usado antes de ser apresentado.

Parte ICapítulos 1–6

CAN em máquinas agrícolas

  1. Da fiação ponto a ponto à rede da máquina
  2. Fundamentos do CAN
  3. A camada física do CAN
  4. Arbitragem: como o barramento decide quem fala
  5. A estrutura do quadro CAN
  6. Detecção de erros e confinamento de falhas
Parte IICapítulos 7–11

SAE J1939

  1. Introdução ao SAE J1939
  2. O identificador J1939 de 29 bits
  3. Parameter Groups, PGN e SPN
  4. Gerenciamento de rede e Address Claim
  5. Protocolos de transporte: BAM e CMDT
Parte IIICapítulos 12–18

ISOBUS / ISO 11783

  1. Introdução ao ISOBUS / ISO 11783
  2. Arquitetura de uma rede ISOBUS
  3. Universal Terminal e Virtual Terminal
  4. Object Pool: a interface do implemento
  5. Task Controller e agricultura de precisão
  6. Tractor ECU, Working Set e serviços auxiliares
  7. Transporte no ISOBUS: ETP e Fast-Packet
Parte IVCapítulos 19–22

Diagnóstico e análise

  1. Diagnóstico J1939: DTC e mensagens DM
  2. Diagnóstico ISOBUS
  3. Análise prática de capturas
  4. Estudos de caso
6 apêndices

Gabarito comentado dos 112 exercícios, referência rápida de bancada, glossário técnico, notas complementares, referências normativas e índice remissivo.

Além da amostra

Mais páginas do livro

Diagramas próprios, tabelas e método passo a passo em outros capítulos. Clique para ampliar.

Página do capítulo 10 com o fluxograma do processo de Address Claim Ampliar
Capítulo 10 — o fluxo do Address Claim e suas temporizações.
Página do capítulo 14 com o diagrama de como a interface do implemento chega ao terminal Ampliar
Capítulo 14 — como a interface do implemento chega ao terminal.
Página do capítulo 21 com a janela de trace e o método de análise Ampliar
Capítulo 21 — a janela de trace e o método de análise.

Diagnóstico aplicado · capítulo 22

Do sintoma à causa

Quatro problemas de integração analisados do início ao fim, com hipóteses, medições e leitura das capturas.

  1. Caso 1Uma ECU não aparece na rede
  2. Caso 2Duas ECUs disputam o mesmo Source Address
  3. Caso 3O implemento não aparece no terminal
  4. Caso 4A seção fecha tarde na cabeceira

CompetênciasPúblicoPré-requisitos

Para quem

Da camada física à leitura de uma captura

Cada capítulo assume apenas o que foi construído nos anteriores. Depois do estudo, o livro continua útil como consulta rápida na bancada, no campo ou diante de uma captura de barramento.

  1. Por que redes seriais substituíram a fiação ponto a ponto, e onde CAN, J1939 e ISOBUS se encaixam.
  2. A camada física do CAN: par trançado, transmissão diferencial, estados dominante e recessivo, terminação de 120 Ω.
  3. Os campos do quadro CAN, nos formatos de 11 e 29 bits, e a arbitragem bit a bit.
  4. A detecção de erros e os estados error active, error passive e bus off.
  5. Decompor um identificador J1939 de 29 bits e calcular o PGN.
  6. Converter valores brutos em grandezas físicas pela resolução, pelo offset e pela faixa de cada SPN.
  7. O NAME de 64 bits e o Address Claim, inclusive em caso de conflito.
  8. Reconhecer transferências BAM, CMDT, ETP e Fast-Packet e saber quando cada uma se aplica.
  9. A arquitetura ISOBUS e o papel da TECU, do Virtual Terminal, do Task Controller, do AUX e do File Server.
  10. O carregamento de um Object Pool e uma tarefa de taxa variável, do mapa de prescrição ao mapa as applied.
  11. Ler um DTC, entender DM1, DM2 e DM3 e diagnosticar em camadas, do cabo ao serviço de aplicação.
  12. Ler uma janela de trace com método: quem transmitiu, para quem, qual PGN, quais dados e por onde começar.

Para quem é

Do iniciante ao profissional em atividade

  • Engenheiros de aplicação, de testes, de produto e de sistemas
  • Desenvolvedores de software embarcado e firmware
  • Técnicos de diagnóstico, manutenção e suporte de campo
  • Estudantes de engenharia e de cursos técnicos
  • Profissionais de máquinas e implementos agrícolas

Pré-requisitos

Não é preciso conhecer CAN

O protocolo é construído do zero a partir do capítulo 2. Ajuda ter noções de:

  • eletrônica básica: tensão, corrente, resistência e terra;
  • sinal digital e níveis lógicos;
  • numeração binária, decimal e hexadecimal, bit, byte e ordem de bytes;
  • o ambiente de um trator e de seus implementos.

Empresas, concessionárias e escolas

Licença para equipes e turmas

A compra nas lojas é para uso individual. Para equipes de engenharia, concessionárias, escolas e treinamentos, fale com o autor sobre a licença institucional. O livro traz uma sugestão de curso de cerca de 26 horas em quatro módulos, para turmas presenciais ou remotas.

Falar com o autor

Cursos em vídeoDo Bit ao Campo

Em desenvolvimento

Formação técnica em vídeo, com a precisão do livro

Estamos produzindo os cursos do Do Bit ao Campo: aulas curtas que transformam conceitos densos de redes e sistemas embarcados em explicações visuais, passo a passo, aplicáveis ao trabalho de engenharia e de diagnóstico.

  • Trilhas progressivasMódulos por nível de profundidade, da revisão rápida ao estudo completo.
  • Decomposição visualQuadros de 11 e 29 bits, tempo de bit, PGNs e fluxos de protocolo, um passo de cada vez.
  • Foco em diagnósticoMedições no chicote, mensagens DM e análise guiada de capturas.
  • Integrados ao livroCada aula aponta os capítulos, as tabelas e os exercícios correspondentes.

Ainda não há pré-venda nem inscrições abertas. As novidades serão anunciadas aqui.

Um quadro da aula 08.4, em desenvolvimento: o destaque acompanha a fala, campo a campo.

Notas técnicasAcesso aberto

Artigos

Artigos técnicos e notas de engenharia

Conteúdo em português sobre redes de comunicação, eletrônica embarcada e automação agrícola. Comece pelas três notas inaugurais.

CAN · camada física≈ 4 min

Por que o bit zero é dominante no CAN e o que medir primeiro na bancada

Os níveis de CAN_H e CAN_L, a arbitragem bit a bit sem perda de quadros e um roteiro de verificação física em ordem de menor custo.

CAN_H ≈ 3,5 V · CAN_L ≈ 1,5 V → Vdiff ≈ 2 V (bit 0)
SAE J1939≈ 5 min

Do identificador de 29 bits ao PGN: PDU1 e PDU2 sem erro

Como extrair prioridade, PDU Format, PDU Specific e Source Address de um identificador e aplicar a regra do limiar PF = 240 (0xF0).

PF < 240 → PDU1 (destino) · PF ≥ 240 → PDU2 (grupo)
ISOBUS · ISO 11783≈ 5 min

Address Claim na ISO 11783-5: o NAME de 64 bits e a espera de 250 ms

Por que endereços fixos não bastam numa rede trator–implemento, como o menor NAME resolve o conflito e o papel da espera de 250 ms.

PGN 60928 (0x00EE00) · o menor NAME vence

Próximas editorias Sistemas embarcados e firmware Eletrônica e diagnóstico Automação e agricultura de precisão Software, telemetria e IA no campo

PropósitoAutor

Sobre

Conhecimento técnico que move a agricultura de precisão, em português

A agricultura brasileira opera algumas das máquinas mais sofisticadas do mundo, com unidades de controle eletrônico, sensores, receptores GNSS, terminais virtuais e redes de comunicação. Ainda assim, boa parte da documentação sobre esses sistemas está em normas em inglês ou em materiais fragmentados.

O Do Bit ao Campo nasce para aproximar o laboratório de eletrônica da realidade da lavoura, com rigor técnico, clareza didática e troca qualificada entre quem projeta, integra, mantém e pesquisa tecnologia para o campo.

  • Rigor em portuguêsExplicações próprias, conferidas nas normas e sem simplificações rasas.
  • Da bancada à lavouraDo sinal elétrico ao firmware e à operação real da máquina.
  • Visão de plataformaLivro, cursos e artigos pensados para crescer juntos.
  • Comunidade técnicaDiálogo entre engenheiros, desenvolvedores, docentes e estudantes.

Antes de comprarPrivacidade

Perguntas

Perguntas frequentes

Não achou a resposta? Escreva para o autor.

contato@dobitaocampo.com.br
Preciso saber CAN antes de começar?

Não. O CAN é construído do zero a partir do capítulo 2. Os pré-requisitos estão listados em Para quem é.

O livro substitui as normas ISO 11783 e SAE J1939?

Não. O livro não reproduz o texto das normas: explica os conceitos com linguagem e diagramas próprios e indica a norma, a edição e a cláusula consultadas. Para implementação, homologação ou certificação, é indispensável consultar os documentos oficiais.

É uma publicação oficial ou certificada?

Não. É uma obra didática independente: não é publicação da ISO, da SAE nem da AEF e não tem endosso dessas entidades.

Os quadros e as capturas vêm de máquinas reais?

São exemplos didáticos, construídos para serem tecnicamente coerentes em cada bit e byte, e não registros de um equipamento específico.

Em que aparelho posso ler?

Em computador, tablet ou celular. Na Amazon, a edição Kindle reproduz as páginas do livro e abre nos aplicativos Kindle e nos tablets Fire, mas não nos leitores Kindle de tinta eletrônica. No Google Play Livros, o e-book é o PDF em A4. O formato A4 é mais confortável em telas maiores; o sumário clicável e os marcadores ajudam a navegar.

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Nota técnica · Do Bit ao Campo